
O Brasileirão 2026 terá recorde de times que utilizam gramado sintético em seus estádios. Com o acesso de Athletico (Arena da Baixada) e Chapecoense (Arena Condá), além de Palmeiras (Allianz Parque), Botafogo (Nilton Santos) e Atlético-MG (Arena MRV), a Série A contará com cinco Arenas com grama não naturais na competição.
O número de equipes ainda pode aumentar. Isso porque o Vasco, com o projeto de reforma de São Januário para o ano que vem, deve mandar jogos no Nilton Santos, casa do Fogão. O acordo já está firmado, mas ainda não há data certa para iniciar essa mudança.
O time carioca e o Galo, vale lembrar, ainda não estão matematicamente garantidos na elite de 2026. Caso os seis clubes joguem todas as partidas em seus campos, serão de 114 jogos (30% do total) no sintético na próxima edição do Brasileirão.
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Gramados sintéticos foram alvo de reclamações no começo da temporada
No início do ano, atletas como Neymar, Gabigol, Philippe Coutinho, Thiago Silva e Lucas Moura, com passagens por clubes da Europa e pela seleção brasileira, além de outros jogadores, reclamaram dos campos artificiais. Ainda antes da atual edição do Brasileirão, o grupo publicou nas redes sociais um manifesto defendendo os gramados naturais, intitulado: “Futebol é natural, não sintético!”.
“Preocupante ver o rumo que o futebol brasileiro está tomando. É um absurdo a gente ter que discutir gramado sintético em nossos campos. Objetivamente, com o tamanho e a representatividade que tem o nosso futebol, isso não deveria nem ser uma opção. A solução para um gramado ruim é fazer um gramado bom, simples assim”, dizia o texo.
“Nas ligas mais respeitadas do mundo, os jogadores são ouvidos e investimentos são feitos para assegurar a qualidade do gramado nos estádios. Trata-se de oferecer qualidade para quem joga e assiste. Se o Brasil deseja definitivamente estar inserido como protagonista no mercado do futebol mundial, a primeira medida deveria ser exigir qualidade do piso que os atletas jogam e treinam. Futebol profissional não se joga em gramado sintético”, concluiu o manifesto, replicado nos perfis de vários atletas nas redes sociais.
Apesar desta reclamação em massa, nenhuma mudança foi aprovada ou discutida na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) para as próximas temporadas. Os clubes têm optado pelo gramado artificial principalmente pela facilidade de manutenção, já que os campos naturais sofrem com questões climáticas, shows ou até excesso de partidas. O Athletico foi o pioneiro com o seu gramado sintético, que vai completar 10 anos em 2026.
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