O Coritiba terá o reforço do volante Sebastián Gómez para a próxima rodada do Campeonato Brasileiro. Recuperado de uma lesão muscular na parte posterior da coxa, o capitão voltou a treinar com o grupo na última semana, no CT da Graciosa, e deve ficar à disposição do técnico Fernando Seabra para o jogo contra o Corinthians, no próximo dia 11, às 21h30, na Neo Química Arena.
Sebas sentiu dores e deixou o campo ainda no intervalo da vitória de virada por 2 a 1 sobre o Cruzeiro, pela segunda rodada do Brasileirão. Desde então, o Coxa somou apenas um ponto — empate com a Chapecoense — e sofreu a derrota para o São Paulo. No mesmo período, a equipe empatou duas vezes com o Operário e acabou eliminada do Campeonato Paranaense.
A ausência do colombiano foi sentida. Para suprir a lacuna, Seabra utilizou Vini Paulista e chegou a testar o atacante Lavega como segundo volante. Ainda assim, o time perdeu consistência no meio-campo.
Além da liderança dentro de campo, Sebastián Gómez é um dos principais destaques físicos do elenco, com alguns dos melhores índices de força e resistência da equipe.
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Seabra fala em momento de decisão
Após a derrota para o São Paulo, na última quarta-feira (25), pela quarta rodada do Brasileirão, o Coritiba chegou ao quarto jogo seguido sem vitória na temporada. Eliminado do Estadual, o time agora terá um período maior de preparação antes de enfrentar o Corinthians.
O técnico Fernando Seabra atribuiu a oscilação ao calendário apertado e destacou que, pela primeira vez no ano, terá tempo para trabalhar com o grupo completo.
“A gente vai finalmente ter a possibilidade de trabalhar, porque tivemos uma pré-temporada de apenas quatro dias de treino antes do Ano-Novo, com uma fração do grupo. Depois retornamos aos trabalhos no início de janeiro e tivemos nove sessões de treino. A partir daí, foram dez jogos seguidos, a cada três ou quatro dias. Então, a possibilidade de todos receberem conteúdo juntos ficou muito prejudicada”, afirmou.
O treinador também ressaltou que os reforços chegaram de forma escalonada, o que dificultou a construção coletiva da equipe. “Os jogadores foram chegando aos poucos. Agora temos um grupo muito mais completo e vamos ter a possibilidade de duas semanas de treino. Eu acredito muito no treino como fator de transformação e de estabilização de desempenho. A possibilidade de treinar, jogar e voltar a treinar após o jogo, recuperando e treinando de novo. Quando esse ciclo acontece, é o momento em que a equipe consegue elevar seu nível. Ainda assim, nós conseguimos elevar o nosso nível, estamos evoluindo”, concluiu.