O Governo de Goiás ampliou significativamente a rede estadual de maternidades nos últimos sete anos, passando de duas para dez unidades em funcionamento. A expansão fortalece a assistência materno-infantil em todo o estado, garantindo atendimento mais ágil, qualificado e humanizado para gestantes e recém-nascidos.
Atualmente, a rede estadual atende casos de baixa e alta complexidade, com estrutura preparada para diferentes perfis de pacientes. Somente em 2025, mais de 13 mil partos foram realizados nas unidades estaduais. Em 2026, o número já ultrapassa 2 mil procedimentos.
Os investimentos incluem melhorias na infraestrutura hospitalar, ampliação de serviços especializados e descentralização do atendimento, por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o secretário de Estado da Saúde, Rasível Santos, a estratégia busca ampliar o acesso e qualificar o cuidado. “Estamos avançando com unidades estruturadas, equipes capacitadas e atendimento regionalizado, garantindo mais segurança, qualidade e humanização para mães e bebês”, afirmou.
A superintendente de Políticas e Atenção Integral à Saúde da Secretaria de Estado da Saúde, Lígia Duarte, destaca que a ampliação da rede aproxima o atendimento das gestantes. “Hoje oferecemos suporte multiprofissional e estrutura adequada para atender desde casos simples até situações de alto risco, proporcionando mais conforto e segurança às pacientes”, explicou.
As maternidades estaduais contam com pronto atendimento obstétrico, centros cirúrgicos, leitos especializados, Unidades de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal e Unidades de Cuidados Intermediários, além de equipes preparadas para assistência integral durante a gestação, parto e pós-parto.
Referência
No Entorno do Distrito Federal, o Hospital Estadual de Águas Lindas de Goiás Ronaldo Ramos Caiado Filho (Heal) se consolidou como referência no atendimento obstétrico de alta complexidade. A unidade atende pacientes de toda a região e recebe diariamente gestantes com complicações, muitas delas em busca de atendimento emergencial.
A técnica de enfermagem Ana Pinheiro Souza, de 27 anos, faz acompanhamento na unidade devido a um quadro de trombofilia e descolamento de placenta. Para ela, o suporte recebido foi essencial. “Esse hospital foi a salvação para a vida do meu filho”, relatou.

Já a técnica administrativa Laís dos Santos Lima, de 32 anos, também destaca a qualidade do atendimento. Ela deu à luz o filho, Isaac, na unidade, após indicação de cesariana. “A equipe foi muito competente e tudo aconteceu com tranquilidade”, afirmou.

