Lutador símbolo do Coritiba, Ricardo “Treta” Kogus morreu na última terça-feira (15), aos 36 anos, em Curitiba. As causas da morte não foram informadas.
Em uma publicação nas redes sociais, a Império Alviverde, principal torcida organizada do Coxa, lamentou o falecimento do atleta, que era integrante da organizada e membro do Comando Leste.
“A Império Alviverde recebeu com profunda tristeza a notícia do falecimento de Ricardo ‘Treta’, integrante da nossa torcida e membro do Comando Leste. Neste momento de dor, manifestamos nossos sentimentos aos familiares, amigos e a todos que tiveram a oportunidade de compartilhar momentos de sua caminhada. Que Deus conforte o coração de todos e receba Ricardo em sua morada. Nossos sentimentos e respeito à família.”
Lutador profissional de MMA e bastante conhecido em Curitiba, Treta iniciou a carreira profissional em 2014. De acordo com o portal Sherdog, especializado em lutas, o curitibano acumulou sete vitórias e sete derrotas no MMA. Sua última luta foi realizada em 2024.
Ainda no período amador, Treta chegou a conquistar dez vitórias consecutivas, sendo sete delas por nocaute. O lutador também carregava no corpo uma das maiores marcas de sua paixão pelo Coritiba: uma grande tatuagem com o símbolo do clube nas costas.
A relação com o Coxa fez de Ricardo “Treta” uma figura conhecida entre os torcedores do clube. Além da trajetória no MMA, ele ficou marcado pela presença nas arquibancadas e pela ligação com a torcida organizada.
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Ricardo Treta era conhecido no MMA curitibano
Em 2017, em uma matéria especial para a Gazeta do Povo, Treta falou sobre o seu estilo agressivo dentro dos ringues e octógonos. “Sou sempre violento com meu oponente desde a pesagem, mostro que vim pra tretar, pra guerra. É minha vida, é o que sei fazer”, disse. Na época, ele era integrante da equipe Combate Absoluto e teve o seu papel destacado pelo líder Fábio Assolari.
“Muita gente acha que ele é arrogante, prepotente. Na hora da luta ele se transforma, tem que dar show mesmo e eu apoio. Só que tem muita gente que não entente isso ainda”, defende o mestre Assolari.
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