“A questão da dupla tem a ver com o canto em terças. Eles cantam em terças, ou seja, se um canta em dó, o outro canta em mi”, explica Alonso. “Isso é padrão desde que se fazia música caipira lá atrás, antes mesmo de a indústria cultural abraçar o gênero.” Ele observa que, curiosamente, o modelo do sertanejo universitário não mais prefere as duplas — a maioria dos astros faz carreira solo.

