A PEC 221/2019, poderá exigir mudanças na organização das jornadas e nas relações entre empresas e trabalhadores
Rithelly Eunilia Cabral – advogada trabalhista do escritório Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados Divulgação/Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados
A proposta que prevê o fim da escala 6×1 e a redução da jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem redução salarial, e a garantia de dois dias de descanso remunerado por semana foi aprovada no Senado Federal. A PEC 221/2019, poderá exigir mudanças na organização das jornadas e nas relações entre empresas e trabalhadores.
Para analisar os impactos da medida e o futuro da escala de trabalho, a advogada trabalhista, Dra. Rithelly Eunilia Cabral, do escritório Aparecido Inácio e Pereira Advogados Associados, está à disposição para comentar os desafios da implementação da nova jornada, os efeitos sobre acordos coletivos e a necessidade de revisão das escalas e dos bancos de horas.
“A redução da jornada exigirá uma negociação mais detalhada entre empresas e sindicatos. Escalas, bancos de horas e compensações precisarão ser revistos com cuidado para evitar conflitos futuros”, destaca.
A especialista também pode explicar os próximos passos da tramitação e os possíveis efeitos da proposta para empregadores e trabalhadores.
Fonte: Com Informações da Agencia Contatto


