
A décima fase da Operação Destroyer reforça o cerco ao crime organizado em Goiás e consolida uma das principais estratégias de segurança pública em curso no estado. Coordenada pela Polícia Civil, a ação já resultou em 247 prisões, no cumprimento de 247 mandados de busca e apreensão e na execução de 667 ordens judiciais, além da retirada de aproximadamente R$ 235 milhões em bens e valores das organizações criminosas.
Ao destacar os resultados, o governador Daniel Vilela afirmou que a operação representa a maior ofensiva integrada já realizada contra facções criminosas em Goiás. “Temos resultados expressivos e um recado muito claro: aqui, bandido não tem sossego. Estamos atingindo não apenas os criminosos, mas também o patrimônio que sustenta suas atividades ilegais”, enfatizou.
A fase mais recente, batizada de Fim da Linha, foi deflagrada nesta semana pelo Grupo Especial de Repressão a Narcóticos (Genarc) de Águas Lindas de Goiás. A ação teve como alvo uma organização criminosa estruturada para o tráfico de drogas, com o cumprimento de 16 mandados de prisão temporária e 32 mandados de busca e apreensão em Goiás, Distrito Federal, Paraná e Minas Gerais, além de prisões em flagrante.
Mais do que uma série de operações pontuais, a Destroyer se consolidou como uma estratégia permanente de enfrentamento ao crime organizado. A iniciativa reúne unidades especializadas em investigações de longo prazo, com foco na interrupção das cadeias logísticas e financeiras das facções. “Isso significa menos recursos para o crime e mais segurança para a população goiana”, reforçou o governador.
Integração e inteligência fortalecem investigações
O avanço das ações é resultado da integração entre unidades especializadas, do uso intensivo de inteligência policial e do compartilhamento de informações entre instituições. Essa atuação coordenada tem permitido alcançar diferentes níveis das organizações criminosas, incluindo suas estruturas de apoio e financiamento.
Os resultados também refletem os investimentos recentes em segurança pública no estado, com ampliação da tecnologia, valorização dos profissionais e fortalecimento das forças policiais. Esse conjunto de medidas tem elevado a capacidade de investigação da Polícia Civil e possibilitado operações de grande complexidade, inclusive com alcance interestadual.
A continuidade da Operação Destroyer ao longo de dez fases demonstra a capacidade de sustentação de investigações qualificadas por longos períodos, envolvendo delegacias especializadas e grupos de combate ao narcotráfico e ao crime organizado. “Quem escolhe o caminho do crime precisa saber: em Goiás, a atuação das forças de segurança é permanente e cada vez mais eficaz”, pontuou Daniel Vilela.
Somente nas últimas semanas, operações simultâneas conduzidas pela Polícia Civil resultaram na prisão de 192 pessoas e no cumprimento de mais de 260 ordens judiciais, evidenciando a intensidade das ações e o avanço no combate às diversas modalidades criminosas.

