Foram os festivais que, pela TV e com o apoio da indústria fonográfica, deram um rosto e uma voz a ídolos como Elis, Chico Buarque (revelação do festival de 1966), Caetano Veloso e Gilberto Gil (arquitetos da Tropicália, movimento deflagrado em antológico festival de 1967), Milton Nascimento (revelação em 1967 do primeiro Festival Internacional da Canção, o FIC), Gal Costa (1945 – 2022) – divina e maravilhosa em festival de 1968 – e Edu Lobo, entre outros grandes artistas.

