O uso foi alvo de críticas por contradição, já que políticos conservadores costumam associar os bailes funk à “narcocultura”. Pavanato, que foi relator da CPI dos Pancadões na Câmara Municipal de São Paulo, diz que “o problema com o funk, por óbvio, é a letra, não o ritmo”. A estratégia não atraiu grandes nomes do gênero: MCs como Hariel e PH apoiaram Lula, e outros ficaram neutros.

